segunda-feira, 24 de março de 2008

Páscoa

Neste dia, Giu estava com febre, gripadinha, mas quando fomos ao shopping, tinha um local onde as crianças eram maquiadas para virarem coelhinhos. Ela adorou e nem parecia que estava gripada...

É muito bom ver nossos filhotes se recuperando de uma enfermidade, mesmo não tão grave, mas nós pais, é uma agonia ve-los caidinhos e febris.

Só Deus pra nos dar todo o suporte emocional nestes momentos.

Mas estes dias em que ela esteve resfriada, havia me dado conta que sempre que ela estava assim, orava para que Deus pudesse recuperar sua saúde. Orava (e ainda oro) a madrugada toda quando ficava a cada meia hora pra medir a febre e ver a mão de Deus agindo naquele ser tão precioso, que são nossos filhos.

Deus realmente capacita as mães, para que fiquem seguras e prontas pra as dificuldades que estão por vir. Eu por exemplo, quando recebi a notícia que estava grávida, foi uma grande surpresa. O primeiro sentimento foi de insegurança, medo do que havia por vir, medo de ser incapaz de cuidar de um ser tão delicado e precioso. Mas Deus sempre faz as coisas de forma plena e perfeita. Quando a Giu crescia na minha barriga, eu já sabia que esperava uma menina linda, inclusive sonhei com ela, nos meus braços, via sua face tão linda e delicada, os detalhes da boca e olhos... Quando o ultrasom confirmou, já sabíamos que nasceria a nossa Giullia. Quando ela nasceu, berrando alto e saudável, louvei a Deus por cada dedinho dos pés e das mãos.

Nos primeiros momentos, veio novamente um sentimento de insegurança. Como cuidar de um bebê recém-nascido? Aquele corpinho tão delicado se contorcendo, parecendo que tudo o incomodava, e que nada estava bom. Eu nunca tinha cuidado de um bebê e apartir daquele momento, ela precisava de mim mais do que qualquer pessoa além de Deus. Deus... E Ele é tão soberano que me capacitou, foi me dando tranquilidade de não sei de onde Deus tirou pra colocar dentro do meu coração. Enfermeiras me ensinaram a dar banho nela e a dar o peito. Sentia dor no braço ao apoiá-la pra dar de mamar. Mas com o tempo, meu braço não doía mais. Não imaginava que teria tanto leite para amamentá-la, e por um ano e meio, pude amamentá-la.

Hoje ela tem três anos, que passaram tão rápido... Parece que foi ontem que a vi em meus braços quando acabara de nascer, tão pequenina, tão delicada...

Daqui ha uns dias, darei a luz a mais um bebê, e tendo estas lembranças, me sinto tão bem e um pouco ansiosa pra que este dia chegue logo, apesar da dor que terei que enfrentar, e agora, da saudade da nossa filhota enquanto eu estiver no hospital.

Esqueci de mencionar uma importantíssima participação em todo este processo, em todos estes momentos. Além de Deus, meu esposo Fabiano esteve comigo. E Deus me abençoou muito atravez dele, sempre me ajudando, desde o momento do parto, até hoje nos serviços mais simples, e na educação e cuidados com a Giu. Fabiano é a benção da minha vida e não poderia nunca deixar de menciona-lo nesta postagem.

Bom, amanhã será um dia muito bacana, porque farei um ultrasom pra ver como o bebê está, e pra saber se estamos esperando uma menininha ou um menininho.

Até a próxima!!!

Nenhum comentário: